segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Once upon a time





Esta é uma das coisas de que não me arrependo. Uma sessão de fotos é uma recordação para toda a vida. Pena não ter dinheiro para mais enquanto o Fabian ainda tem graça. Sim porque depois dos 3 anos as crianças perdem aquela fofura, aquele rostinho de bebê e já não fica tão legal. Ele fez dois ensaios, um com três meses e outro com seis. Até hoje olho para aquelas fotos e acho que foi um bebê muito bonito, daqueles bebês Jhonson, mas sem os olhos azuis. E por mais que se faça registros caseiros não fica a mesma coisa. 

domingo, 20 de janeiro de 2013

Em São Leopoldo de novo

Arrisco-me a dizer que depois das cólicas esta seja a fase mais temida pelas mães. Alguém sabe do que estou falando? Do desfralde, pois claro! Atire o primeiro penico quem nunca arrancou chumaços de cabelo a cada vez que os queridos teimavam em fazer suas necessidades no chão e não no modelo de última geração do sanitario com música, luzes e discoteca?
Hoje foi o primeiro dia de desfralde à sério. E o resultado: vaso sanitário 0, calça do Fabian sete. E depois ainda perguntam porque não quero ter mais filhos.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

É ele, sempre ele


E cada vez me convenço mais..."quem não gosta de samba bom sujeito não é", e também..."quem não gosta de de samba ou é doente da cabeça ou doente do pé"! Nem que seja para ouvir este gato lindo cantar: deixa eu te amar, faz de conta que sou o primeiro, já vale a pena. Pelo menos para mim já é suficiente para me apaixonar (mais) pelo samba.



quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Nunca nos aconteceu

E hoje fomos comprar um celular para a minha mãe, tipo meninos de recado, pois que ela não deve sair de casa. Chegamos perto do shopping e vejo três carros da polícia. Virei para o marido, mas continuamos porque achamos que havia confusão no prédio comercial ao lado, já que era ali que estavam mais policiais. Descemos para o estacionamento, vimos algumas pessoas a deixar o local. Seguimos em frente, subimos na escada rolante e ao chegar no primeiro piso, uma enorme capa preta a tapar a visão do resto das lojas. Um monte de seguranças, homens de terno preto com fones de ouvido, alguns policiais de elite. Oi? Uma fila de gente louca para pagar o estacionamento e se pisgar dali. Haviam assaltado uma joalheira e fugiram com refém, alguns minutos antes. E havia uma bomba.  Homens do esquadrão de elite tentavam desativá-la. E a nós nada foi explicado, apenas víamos as pessoas saírem apressadas, os funcionários das lojas correrem, as portas a serem fechadas. Ainda bem que ainda restavam alguns minutos, assim rodamos nos calcanhares e saímos dali. Parece que conseguiram desativar a bomba e soltaram os reféns em outra cidade próxima. E escapamos a tudo porque eu tive muita preguiça de sair antes. Sim, meia hora fez toda a diferença. E quanto ao celular, compramos na mesma, mas no shopping do outro lado de Porto Alegre.
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