segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

As fraldas e os filhos (agora aguentem)

Há uma crença geral de que se a criança está em uma creche convivendo consequentemente com outras crianças ou se está rodeada de irmãos, será mais fácil imitar o comportamento de deixar sua "manufatura" no lugar devido. Acontece que do pouco, que acreditem já é o bastante, que tenho visto e lido, relativiza esta crença. O coco e o xixi, suas primeiras obras primas, estão muito mais simbolizadas individualmente através da maturação emocional e por sua vez pessoal do que relacionadas única e exclusivamente ao meio social em que esta se encontra. Portanto minhas caras, não é lá por ter irmãos ou por ter outras crianças para brincar que isto será mais rápido. Ele até tem um irmão para lhe ensinar, mas o irmão tem 28 anos e está sentado no computador com sua barba espessa, acho que pouco lhe diz sobre imitação. 
Os xixis são muitos, às vezes ele nem se importa se está molhado. Estas últimas não avisou. O coco é sempre embaixo da mesa. Já tentei que fizesse no vaso, mas ele não quer de jeito nenhum, tranca. Resolvi deixar ele fazer na calça mesmo. Depois que cai no chão, eu junto e pego ele pela mão para que veja o coco indo para a casinha dele. Sinceramente não sei se estou fazendo certo, só sei que cansei de esperar que chegasse a hora, porque a hora não ia chegar antes de vir o inverno.  

#desabafo

Por mim não me importa que o Fabian use fraldas com 18 anos. Desde que seja ele a pagar.

Once upon a time





Esta é uma das coisas de que não me arrependo. Uma sessão de fotos é uma recordação para toda a vida. Pena não ter dinheiro para mais enquanto o Fabian ainda tem graça. Sim porque depois dos 3 anos as crianças perdem aquela fofura, aquele rostinho de bebê e já não fica tão legal. Ele fez dois ensaios, um com três meses e outro com seis. Até hoje olho para aquelas fotos e acho que foi um bebê muito bonito, daqueles bebês Jhonson, mas sem os olhos azuis. E por mais que se faça registros caseiros não fica a mesma coisa. 

domingo, 20 de janeiro de 2013

Em São Leopoldo de novo

Arrisco-me a dizer que depois das cólicas esta seja a fase mais temida pelas mães. Alguém sabe do que estou falando? Do desfralde, pois claro! Atire o primeiro penico quem nunca arrancou chumaços de cabelo a cada vez que os queridos teimavam em fazer suas necessidades no chão e não no modelo de última geração do sanitario com música, luzes e discoteca?
Hoje foi o primeiro dia de desfralde à sério. E o resultado: vaso sanitário 0, calça do Fabian sete. E depois ainda perguntam porque não quero ter mais filhos.
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