segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Garotos nunca dizem não



Simplesmente amo esta música, não sei se  pela poesia, não sei se pelo clipe, ou se pela verdade contida na música. Porque afinal os homens, por mais adultos que sejam, perto de uma mulher são só...garotos.

Zôo


No fim das contas acabamos por ir só no domingo porque os horários não se encontravam: ora porque acordávamos mais tarde, ora porque o Fabian não queria dormir a sesta, ora porque dormia. Decidimos que iríamos por voltas das 11 horas, munidos de lanches, sucos, fraldas e chuchas. Um ônibus até o centro e outro até Sapucaia, onde fica o zoológico. Até que foi fácil, descemos na entrada, compramos os bilhetes e...uma longa estrada de terra batida. Caminhamos, caminhamos, caminhamos. Cadê os bichos?? Depois de dois km um grande lago cheio de patos e marrecos. Paramos embaixo de uma árvore enorme e descansamos em um banco. Eu já estava morrendo de fome nesta altura e o Fabian depois de abraçar todas as árvores ao redor, ansioso para ver "bichu". Ele mal comeu ou melhor não comeu nada mesmo. Algumas pessoas vão de carro, levam cadeiras de praia, toalha, isopor com bebidas e passam o dia lá. Nós andávamos como mochileiros, levando as tralhas nas costas e o pai com o Fabian no colo, só lembrava-me que estava completamente aborrecido com aquilo. O zoo tem o triplo do tamanho de Lisboa, talvez mais. É uma fazenda enorme, os animais tem bastante espaço, mas ontem estava tão tão quente (36º) que foi difícil ver alguns. Uns escondiam-se nas "casas", outros na sombra, outros nos lagos. Caminhávamos meia hora para ver os elefantes e quando finalmente chegávamos, o Fabian dizia: quero vê otro. Bahhh! Aí era mais meia hora a ouvir: uxo uxo uxo. Chegávamos nos ursos e ele: quero vê otro. Leãu, leãu, leãu. Quero vê otro.
O pior foi voltar. Eu já não aguentava mais a rasteirinha nos pés. Malditas rasteirinhas! Tinha a impressão que andava sobre alfinetes porque tudo que era pedrinha eu sentia nas solas dos pés. Caminhamos tudo de novo até a saída do zoo e depois atravessamos a autoestrada pela ponte. Do outro lado uma espera infinita, em pé, a ver os carros que passavam a 100 por hora e necas de ônibus. Ô pobre sofre viu? Até que chegou e conseguimos por um milagre vir sentados, o tal envereda por umas estradinhas de chão, buracos e pedras e era só nós sacolejando até chegar no fim da linha: a estação de trem de Sapucaia. Lá fomos nós, entra, sobe, senta, desce. E volta caminhando mais 15 minutos até finalmente chegar no sofá. Aleluia! Não me pegam nesta nos próximos dez anos. 

sábado, 23 de fevereiro de 2013

O Facebook

Ou como diz o marido, o facebico é uma selva interessante. E por falar em selva, amanhã vamos levar o filhote para conhecer o bicharedo. Já é nosso costume nos despedir vendo animais (em Portugal fomos ao Oceanário).
Ainda me choco com a quantidade de amigos que gostam de queimar o filme na net. Tem likes que compensem estas figuras tristes?

Facebookeando


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