terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Que foi bom, foi

Simplesmente adoro ver a cara do Cristiano Ronaldo a perder uma bola de ouro. São daquelas coisas que não tem preço. Não é lá pela nacionalidade dele que penso deste modo, já que se fosse por isto, sendo o Messi argentino, não estaria feliz com ele ter ganho. Eu acho que futebol não é somente jogar bem, fazer gols, pois muito vai depender da pessoa que está por trás daquele personagem. E sinto muito, mas como pessoa e consequentemente como profissional, o CR tem que crescer muito. Não quer dizer que tenha que esconder esta personalidade mesquinha e enfadonha que já não combina com a sua idade, mas pelo menos deixar a rabujice dentro de casa e calar a boca quando tem que ser. 
Lembro-me do Romário quando era criança, achava-o um bom jogador, no entanto, este ego inflado só atrapalhou sua carreira. Vejo que o mesmo está acontecendo com o Neymar. Tá são bons a fazerem dribles, a fazerem gols, mas daí a se acharem a bolacha mais recheada do pacote, ninguém merece. Se até o melhor jogador do mundo, que todo mundo sabe que é o Pelé, sempre foi u,a pessoa humilde, porque estes jovens acham que são grande coisa? Quero ver é jogarem com aquela roupa simples de algodão ao invés dos tecidos high tech, quero ver calçarem aquelas chuteiras de couro duro, sem a leveza e tecnologia dos Nike e sem o preparo cuidadoso e cirurgias e tratamentos quando se arrebentam em campo. Quero ver CR, quero ver Neymar, quero até ver Messi nestas condições. Hoje ser craque é infinitamente mais fácil do que nos anos 50. Não quero dizer que hoje não existam talentos e que tudo é fruto da tecnologia, no entanto, não sou ingênua a ponto de pensar que tudo seja apenas porque são execionais. Além disto, há toda a mídia e interesses por trás destes prêmios, e neste caso, aconselho o CR a contratar um relações públicas, ou um psicólogo vá lá. Só alguém muito bobo para não saber que futebol vai além do gramado.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Eles andam aí

Nunca vi chineses no Rio Grande do Sul. Sei que na altura da segunda guerra houve fluxo migratório de japoneses para são Paulo e interior do nosso estado. Mas agora com  o crescimento do Brasil pipocam lojas de chineses por tudo que é parte. No centro da praia contei cinco, sendo que duas delas eram realmente grandes. Ontem estive no hospital e vi quatro chineses à espera de atendimento. Só um deles falava português e servia de tradutor ao grupo. Meu padrinho que mora no maior condomínio da cidade com mais de dois mil moradores, disse que o prédio foi invadido por dezenas deles. Pudera, está localizado perto de duas universidades. Se é assim, até nossa terra que é na pontinha do Brasil tem atraído imigrantes, imagino como está o resto. De coração, desejo-lhes sorte, não deve ser fácil viver em um lugar que não se sabe a língua nem nada. 

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Ai a magia dos Giveaways

Se sortearem um Mercedes, eu participo. Juro.


Acho um bocado besta isto de dar presentes para desconhecidos. Sei lá. Mas como as relações tem vindo a mudar com o mundo digital, porque seria diferente com os blogues? Só não entendo, a mim parece que estão ali a esmolar atenção. Do gênero vou sortear um bibelô de elefante da minha avó ou umas meias que ganhei no natal, um livro que já li ou um brinco usado (que ninguém precisa saber). Ninguém pensa em dar um celular de última geração nem um carro popular. E depois para participar é preciso gostar de  mim no facebook, gostar da minha sogra, do meu cachorro, espalhar este concurso, fazer propaganda com um cartaz no pescoço dizendo: "I love blogue ....." e postar a foto no seu perfil do facebook. Ser seguidor, acho justo. Mas dispensa-se esta ladainha toda só por uns...umas...bugigangas? Não, minha alma vale mais que isto, sorry. Aqui neste blog não há publicidade nem giveaways. Quer quiser ler que seja porque quer e quem não quiser que se vá. Simples assim. E indolor. Afinal não ser cool não dói nada.

Bem feitoooooo

Tem algumas situações que não consigo ter a mínima pena das "vítimas", mas vou resumir em duas: cair em um golpe e morrer por causa de um esporte ou atividade de risco. Aí vem chorar nos jornais porque caíram nas mãos de um estelionatário porque tão somente queriam levar vantagem, dar uma de João sem braço. E eu penso: bem feitooooooooooo! Ou aquela velha história de alpinistas que morreram tentando escalar o Everest. Bem feitoooooooo! O que leva uma criatura a enfrentar temperaturas de 30º negativos, arriscando a perder os dedos, a congelar o nariz...a morrer?
Às vezes tenho pena de quem é pego por um acidente e tals, mas sinto muito, não tenho pena de pessoas estúpidas. Nem do Senna. O cara fazia o que gostava, ganhou dinheiro arriscando a vida a cada vez que corria a 300 km/h e era suposto eu sentir pena? Acho que ele era uma pessoa de bom coração, no entanto a verdade é que as pessoas estão mesmo sujeitas a isto. Quando alguém faz tão pouco da sua vida ou é tão idiota que alguém lhe bate na porta com o melhor negócio como se fosse a  pessoa mais sortuda do mundo, tá merecendo achar o que procura.
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